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Solenidade| Epifania do Senhor

Na Epifania, celebramos um Deus que se revela, que não se esconde, que se deixa encontrar. A estrela conduz os Magos — estrangeiros, buscadores, homens atentos aos sinais — até o Menino. Deus se manifesta fora dos centros de poder, longe dos palácios, na simplicidade de uma casa, na fragilidade de uma criança.

A Epifania nos provoca hoje: que sinais temos seguido? Em um mundo marcado por ruídos, imediatismos e falsas luzes, somos chamados a levantar os olhos e discernir a estrela que realmente conduz à vida. Deus continua se revelando, mas exige de nós movimento, saída, coragem para deixar Herodes e os caminhos já conhecidos.

Os Magos voltam por outro caminho. Quem encontra Cristo não permanece igual. A Epifania é convite à conversão do olhar, do coração e das escolhas. É reconhecer que Deus se manifesta também nas periferias, nos povos esquecidos, nos rostos feridos da nossa história.

Que, como os Magos, sejamos pessoas em constante busca, capazes de ler os sinais de Deus no hoje da vida e de anunciar, com gestos concretos, que a Luz veio para todos.